Antonina

Mangues

Pela própria constituição da baía, há vários manguezais em Antonina, muitos dos quais acessíveis apenas por barco. São considerados berçários naturais das espécies marinhas, onde peixes e crustáceos desovam e passam seus primeiros dias. Em suas árvores, aves com as garças, biguás e guarás encontram refúgio calmo e seguro. O manguezal chama a atenção por sua vegetação de baixa estatura e pelos inúmeros “carreiros” (caminhos), por onde os barcos dos pescadores locais atingem a baía. Entre os que contam com acesso terrestre estão os situados junto ao Rochedo do Cabral, Ponta do Félix, Praia do Pinheirinho e no bairro do Tucunduva.

Ponta da Pita

Localizado no Bairro Itapema, Ponta da Pita é um local encantador situado ao lado da Prainha. É uma formação rochosa que avança para dentro da baía, de onde de um lado se pode ver uma visão panorâmica envolvendo a Prainha, o Porto e o fundo da baía, e do outro lado a Ponta do Félix e a baía de Paranaguá (com a cidade de Paranaguá ao fundo). Com a maré baixa é possível se observar a enorme extensão do baixio que praticamente cerca Antonina. “Pita” é o nome usado para denominar uma planta existente no litoral, uma espécie de cortiça utilizada pelos pescadores para a confecção de bóias.

  • Ponta da Pita

Parque Estadual Agudo da Cotia

Criado em 1990, com área aproximada de 1.000 ha. é parte integrante da Área de Interesse Turístico do Marumbi. O acesso é difícil e as escaladas devem ser acompanhadas por guias especializados.

RPPN – Reserva Particular do Patrimônio Natural

Localizada no Distrito de Cacatu a aproximadamente 10 quilômetros do centro da cidade pela rodovia PR 340, Este parque é uma RPPN, ou seja, uma Reserva Particular do Patrimônio Natural, criada com base na legislação federal (decreto n.º 98.914/90), a qual incentiva os proprietários privados a protegerem áreas com importantes ecossistemas naturais, complementando o Sistema Oficial de Unidades de Conservação do país. Esta RPPN abrange uma antiga mina de ferro, cuja beleza é de grande expressão, pois está situado na base da cadeia do Pico Paraná.

Fonte da Laranjeira – Bairro Laranjeiras

Neste bairro encontra-se a Fonte da Laranjeira, construção do século passado que foi totalmente restaurada. É uma atração ligada aos primórdios da cidade atingida pelos caminhos de paralelepípedos em meio à densa vegetação. Situa-se no início da trilha que leva ao Morro da Pedra, local hoje com um mirante, de onde saltavam de asa delta e também de onde se descortina magnífica vista da cidade.

  • Fonte da Laranjeira
  • Fonte da Laranjeira
  • Fonte da Laranjeira
  • Fonte da Laranjeira

Baia de Antonina

Compreendendo boa parte da porção leste do município, a baía de Antonina é uma subdivisão da baía de Paranaguá e faz parte do complexo estuarino - lagunar Paranaguá – Guaraqueçaba - Cananéia. Outrora conhecida como Guarapirocaba - que em tupi significa “enseada de peixes e aves”, é uma região de beleza exuberante beirando os maciços da Serra do Mar, ponteada por várias ilhas e onde deságuam diversos rios, tais como o Rio Cachoeira (ilha do Corisco) e o Nhundiaquara (ilha do Teixeira). A região está sujeita ao regime de marés, por vezes deixando à mostra seus inúmeros baixios e rochedos. Não raro se vê pescadores nativos com suas frágeis “canoas-de-um-pau” a desafiar o mar, compondo um belo cenário do homem convivendo com a natureza. É nesta região onde o Oceano Atlântico penetra mais fundo em todo o continente americano, chegando bem próximo das encostas da Serra do Mar. A baía também oferece aos amantes da pesca amadora uma excelente opção de diversão.

  • Baia de Antonina
  • Baia de Antonina
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  • Baia de Antonina
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Fotografias Luciane de Andrade Wamser

  • Antonina - Foto de Luciane de Andrade Wamser

Fonte da Carioca

Localizada no final da rua Dr. Carlos Gomes da Costa e início da Rua Theófilo Soares Gomes S/Nº em Antonina sentido ao bairro da Graciosa de Cima. Fonte da Carioca é composta por quatro pequenas torres, um receptáculo de captação da água que ali verte, totalmente coberto e uma porta de madeira na parte frontal com um bonito brasão imperial, a Fonte da Carioca foi tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná sob o n.º de inscrição 22, do livro do tombo histórico, Processo n.º 22 de 1969.
Sua construção data de 1867 e foi o principal meio de abastecimento da cidade até a década de 1930. Seu estilo de construção é praticamente idêntico à todas as fontes construídas na época do império.
De arquitetura simples, a fonte guarda em sua História a visita de D. Pedro II, que ali bebeu da sua água fresca e cristalina.
Envolta em crenças populares, contam os mais antigos moradores da cidade que o visitante que bebesse desta água retornaria saudoso de Antonina.
O significado da palavra "Carioca" provém de nosso gentil, pois "Carioca" é o nome de um rio que nasce na Serra do Corcovado, no Rio de Janeiro.
Conta uma lenda, que os índios tamoios que habitavam esta região, o tinham para si como se um rio sagrado, cujas águas tornavam as mulheres de suas tribos mais belas e de vozes maviosas.