Morretes

Área Especial de Interesse Turístico do Marumbi - Pico Marumbi

Esta área foi criada com o objetivo de disciplinar e controlar a ocupação do solo, proteger os recursos naturais, as paisagens, as localidades e os acidentes geográficos, adequados ao repouso e a prática de atividades recreativas, desportivas ou de lazer. Abrange também parte de outros municípios e ocupa 66.732 ha, compreendendo grande parte da Serra do Mar tombada desde 1986, pela Curadoria do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado e, uma pequena porção oriental do Primeiro Planalto. Oferece atrações de ecoturismo como a Estrada da Graciosa, Estrada de Ferro Paranaguá – Curitiba, Mananciais da Serra, Caminhos da Graciosa, do Arraial, do Itupava e da Cachoeira e parte da represa do Capivari. Algumas dessas imperdíveis atrações, como o imponente conjunto Marumbi, os Saltos Redondo e dos Macacos que formam uma seqüência de quatro piscinas naturais além da cachoeira Véu de Noiva, queda de beleza indescritível formada pelo Rio Ipiranga, localizada em local de difícil acesso, podem ser alcançadas partindo-se de Morretes.
Nesta área se encontra o Pico Marumbi, também conhecido como Olimpo, está numa cadeia de montanhas denominada Conjunto Marumbi de onde o visitante pode contemplar uma das mais belas paisagens da região, um horizonte de montanhas e vales. Com 1547 metros. É muito freqüentado por alpinistas e montanhistas pelas escaladas em todas as modalidades e graus de dificuldades. No caminho entre a estação e o Pico do Marumbi, situa-se a cascata dos Marumbinistas, uma queda d'água com altura aproximada de 50 m, constituindo-se numa magnífica paisagem, na passagem obrigatória de todos que rumam em direção ao Marumbi. O pico localiza-se dentro do Parque Estadual Pico do Marumbi, criado em 1990 com área aproximada de 370 hectares. O acesso dá-se pela Estação do Marumbi da Ferrovia Paranaguá-Curitiba ou pelo Caminho do Itupava (Estrada das Prainhas), partindo de Porto de Cima que está a 6km de Morretes.

  • Área Especial de Interesse Turístico do Marumbi - Pico Marumbi
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Caminho da Graciosa

Teve sua construção em duas etapas: a da Serra do Mar, entre 1646 e 1653 e até o Atuba, entre 1848 e 1870. O Caminho da Graciosa é a trilha mais primitiva entre o litoral e o planalto onde, mais tarde, seria fundada Curitiba. A estrada era de uso dos índios que desciam a serra para mariscar no litoral e depois subiam na época do pinhão. Em 1653 o caminho foi abandonado, utilizando-se o do Itupava e a abertura definitiva só foi possível após a Emancipação da Província, em 1872. Neste meio tempo a estrada foi diversas vezes aberta e abandonada.

  • Caminho da Graciosa
  • Caminho da Graciosa
  • Caminho da Graciosa
  • Caminho da Graciosa
  • Caminho da Graciosa

Caminho do Arraial

Sua abertura não tem data certa, pois não se têm documentos que a comprovem. Há relatos que indicam que a abertura da picada do Caminho do Arraial foi entre os períodos de 1586 e 1590, ou seja, o Caminho do Arraial possui mais de 400 anos.
As bibliografias encontradas a esse respeito revelam que o caminho do Arraial mediu em seu percurso cerca de 8 léguas (52.800 m),assim distribuídas: 3,5 léguas no trecho compreendido entre: São José dos Pinhais até a entrada da mata (região do Pilão de Pedra, situado no Km 52 da rodovia BR 277 – Paranaguá/Curitiba); 2,0 léguas entre os trechos da entrada da mata até o pé da serra; 2,5 léguas do pé da serra até Morretes.
Para os litorâneos, que desejavam trilhar o Caminho do Arraial e alcançar a região de Curitiba, o desembarque das canoas ocorria no chamado Porto do Padre Veiga ou Porto de Curitiba, no conhecido Sítio das Carniças, nas margens do rio do Pinto (hoje totalmente assoreado), na sua foz com o rio Cubatão, hoje Rio Nhundiaquara. Dali o caminho seguia pelo vale do rio do Pinto (região do Anhaia e do Rodeio) até atingir a subida da Serra na região do Cabrestante.

Fora da trilha do Caminho do Arraial, em local de difícil acesso e, provavelmente, conhecido por poucos por isso ainda resistindo ao tempo, existe um valo murado com pedras, à direita da subida do Caminho do Arraial, em mata cerrada, na região do Cabestrante que, segundo relatam os moradores mais antigos da região, teria sido construído pelos mineradores da época para a lavagem do ouro encontrado na região. O Caminho do Arraial era o preferido dos moradores da região de São José dos Pinhais e da Lapa, na época chamada de Vila dos Príncipes, para as descidas ao litoral. É importante salientar que o Caminho do Arraial era utilizado apenas com bom tempo, possuía, pois, trechos alagadiços em meio a pequenos rios, no planalto, e a sua descida na região do Cabestrante, tornava-se tarefa de alto risco, tendo em vista a acentuada declividade do terreno. Como alternativa, os moradores da região usavam, então, o Caminho do Itupava, surgido mais ou menos na mesma época.
Há registros de que o Ouvidor Geral e Corregedor Interior da Comarca de Paranaguá e Curitiba o Senhor Joaquim Teixeira Peixoto, baixou edital em 28 de maio de 1827, determinando a cobrança da taxa de pedágio das tropas de animais que transitavam pelo Caminho do Arraial.
Hoje, o Caminho do Arraial encontra-se quase totalmente soterrado, obra do tempo. Poucos trechos, com calçamento de pedra podem ser percorridos na descida da Serra, na região do “Botafogo” e do Cabestrante. Parte da calçada foi destruída na construção do Oleoduto Araucária-Paranaguá, cujo traçado, em alguns lugares, confunde-se com o Caminho do Arraial. Ainda há dois pontos de acesso para quem quiser visitar o que existe deste importante caminho para o litoral. O primeiro inicia-se na altura do quilômetro 49 da BR 277, três quilômetros distantes do lugar denominado “Pilão de Pedra”; e o segundo, a partir da localidade de Rodeio do Anhaia, subindo pela trilha do oleoduto.

  • Caminho do Arraial
  • 1 Caminho do Arrail
  • 2 Caminho do Arrail
  • 3 Caminho do Arrail

Cascatinha

O acesso se dá pela Rua Marcos Malucelli, saindo da cidade de Morretes no sentido América de Baixo, ao chegar na Igreja de Santo Antonio, segue a esquerda. Este trajeto, do centro da cidade até o local de banho, mede aproximadamente 5 km em estrada de chão. O recanto Cascatinha está às margens do Rio Marumbi. Lá, o rio se espraia formando um lago de até 4 metros de profundidade em determinados pontos, convidativo para banhos e mergulhos. Possui camping, churrasqueiras, sanitários, vestiários e lanchonete. Lá você pode conhecer um dos mais antigos e produtivos engenhos de aguardente.

  • Rio Marumbi

Conjunto Marumbi

O Conjunto Marumbi ou Serra Marumbi é formado pelas montanhas: Olimpo (1.539 m.), Boa Vista (1.491 m.); Gigante (1.487 m.); Ponta do Tigre (1.400 m.); Esfinge (1.378 m.); Torre dos Sinos (1.280 m.); Abrolhos (1.200 m.); Facãozinho (1.100 m.) e pelo Morro Rochedinho (625 m). A maioria destes picos é separada por diques de diabásio com orientação azimutal. É o caso da separação entre a Torre dos Sinos e o Abrolhos, chamada Desfiladeiro da Catedral e entre a Ponta do Tigre e a Esfinge, Desfiladeiro das Lágrimas. Para conhecer este conjunto rochoso, recomenda-se descer na estação ferroviária de Marumbi. Mas se você já está em Morretes, para visitar este belíssimo cenário, é necessário caminhar. Basta chegar na Vila de Porto de Cima, procurar o caminho das prainhas (Itupava) e seguir por esta estrada, até a Usina hidrelétrica Marumbi (Copel), daí seguir a esquerda na bifurcação até a estação ferroviária de Engenheiro Lange. A partir desta estação siga pela mata caminhando até a estação de Marumbi, que fica no pé deste conjunto. Este percurso se faz por um caminho aberto por volta de 1625, denominado caminho do Itupava, nos tempos mais remotos do Brasil colonial. Foi o mais importante caminho de trânsito de comerciantes e aventureiros. Da Vila de Porto de Cima até a estação ferroviária de Marumbi, o percurso é de 10 quilômetros aproximadamente. Vale a pena conferir.

  • Visão Topográfica
  • Conjunto Marumbi
  • Conjunto Marumbi
  • Conjunto Marumbi - Mar Lineu
  • Conjunto Marumbi
  • Conjunto Marumbi
  • Conjunto Marumbi
  • Conjunto Marumbi
  • Conjunto Marumbi
  • Conjunto Marumbi
  • Conjunto Marumbi
  • Conjunto Marumbi
  • Conjunto Marumbi

Estrada da Graciosa

A Rodovia PR-410 ou Estrada da Graciosa, centenária e sinuosa oferece uma bucólica paisagem contendo trilhas, quiosques com produtos regionais, quiosques com churrasqueiras e sanitários à beira da mata nativa, áreas de piqueniques, pequenas trilhas que levam a lindas cachoeiras e piscinas naturais, o antigo traçado da estrada chamado Caminho dos Jesuítas, em cuja alusão foi construído em 1997, o Portal da Graciosa, projeto do arquiteto Angel Bernal, executado em pedra e madeira, mirantes e a ponte de ferro sobre o Rio Mãe Catira. A contínua e progressiva atividade dos mineradores fizeram com que estes subissem o leito dos rios que deságuam na baía de Paranaguá traçando os primitivos caminhos para o Primeiro Planalto: o Itupava, da Graciosa e Arraial.
A Estrada da Graciosa, um percurso diverso do Caminho da Graciosa, teve sua construção iniciada em 1854 no governo do Presidente da Província Zacarias de Góes e Vasconcelos, não se sabendo exatamente quando foram concluídas suas obras. Acredita-se que tenha sido por volta de 1873. A estrada da Graciosa foi reaberta para os turistas em 1954. Até a metade do século XX, a estrada era única estrada pavimentada no território paranaense, contribuindo para a economia do Estado por um longo tempo. Por ela passavam caminhões que levavam madeira, mate e cafpe ao Porto de Paranaguá.
A Estrada da Graciosa ou PR-410, fica a 37 quilômetros de Curitiba, a 1050 metros de altitude do nível do mar.
Nos 20 quilômetros da Estrada da Graciosa que cortam a Mata Atlântica, apresenta seis recantos com banheiros e churrasqueiras, sendo eles:
- Engenheiro Lacerda - abriga um mirante de onde é possível avistar a Baía de Paranaguá.
- Rio Cascata - encanta com sua belíssima queda d´água.
- Grota Funda - possuí um estreito e fundo vale e uma ponte com proteção que lembra a sua história. Poucos metros abaixo deste recanto avista-se a Cachoeira Fumo Bravo, vale a a pena fotografar como lembrança.
- Bela Vista - localizada no Km 10 da PRa-410, também se avista a Baia de Paranaguá.
- Curva da Ferradura - é por onde começa a trilha do Caminho da Graciosa, caminhar por esta trilha é voltar no passado.
- Parque Mãe Catira - local onde se concentra boa parte dos turistas que descem a Estrada da Graciosa. Neste local há o Rio Mãe Catira com duas pontes sendo uma nova de concreto e a antiga que suportou muitos caminhões carregados que seguiam para o Porto de Paranaguá. Neste parque Mãe Catira encerra a pavimentação poliédrica.
A Estrada da Graciosa se inicia no Portal instalado na Br 116 (Regis Bittencourt) é asfaltada até o quilômetro 9. Do quilômetro 9 até o Rio Mãe Catira a Estrada da Graciosa, conserva o pavimento poliédrico, escorregadio dia de chuva e muitas curvas. Em tempo chuvoso a imprudência e a falta de atenção tem provocado acidentes de grandes proporções. A neblina é também um fator que contribue para que o motorista preste muita atenção e calma.
São poucos os pontos de ultrapassagem, e o cenário exige que se aprecie calmamente as belezas naturais lá existentes mostrado em algumas fotografias neste portal.

  • Foto de Fabiano Utrabo Merlin – Estrada da Graciosa – Paraná – Brasil
  • Estrada da Graciosa
  • Estrada da Graciosa
  • Estrada da Graciosa
  • Estrada da Graciosa
  • Estrada da Graciosa
  • Estrada da Graciosa
  • Estrada da Graciosa
  • Estrada da Graciosa
  • Estrada da Graciosa
  • Estrada da Graciosa
  • Estrada da Graciosa
  • Estrada da Graciosa
  • Estrada da Graciosa
  • Estrada da Graciosa
  • Estrada da Graciosa
  • Estrada da Graciosa
  • Estrada da Graciosa
  • Estrada da Graciosa
  • Estrada da Graciosa
  • Estrada da Graciosa
  • Estrada da Graciosa
  • Estrada da Graciosa
  • Estrada da Graciosa - vista Eng. Lacerda
  • Estrada da Graciosa - vista Eng. Lacerda
  • Estrada da Graciosa - vista Eng. Lacerda
  • Estrada da Graciosa - vista Eng. Lacerda
  • Estrada da Graciosa - vista Eng. Lacerda
  • Estrada da Graciosa - vista Eng. Lacerda
  • Estrada da Graciosa - vista Eng. Lacerda

Estrada das Prainhas

Trecho do antigo Caminho Colonial do Itupava, que liga Porto de Cima à Estação de Engenheiro Lange. Corre paralela ao Rio Ipiranga, e deságua no Rio Nhundiaquara. Este trecho do rio é especial e o mais procurado por quem deseja descer o rio de bóia ou de caiaque. Dá acesso ao Salto dos Macacos, Caminho do Itupava, Conjunto Marumbi e Usina Hidrelétrica de Marumbi.

  • Estrada das prainhas

Estrada do Anhaia

Desenhada sobre o traçado do antigo Caminho do Arraial, a estrada do Anhaia, a partir da ponte do Rio do Pinto (primeiro Porto Real de Morretes) é na verdade a primeira ligação entre o litoral (Morretes) e o planalto (São José dos Pinhais), aberto entre 1586 e 1590. Com alambiques (dois ativos e vários desativados), pilões de pedra, parte calçada do antigo caminho e Salto do Fortuna. É margeada em longo trecho, pelo Rio do Pinto.

  • Estrada do Anhaia

Estrada do Central

Ligação alternativa entre Porto de Cima (Colônia Marques) e Morretes (Bairro Central) que no passado era chamado de Sítio Grande, na época havia uma escola municipal que recebia o mesmo nome do bairro. Neste caminho você poderá deliciar-se no Rio Nhundiaquara, conhecer o recanto Nova Itália, as ruínas de antiga Usina de Açúcar de Morretes e os casarões que com seus estilos coloniais ainda guardam nas suas fachadas as lembranças da imigração italiana, que muito valor agregou à região do litoral.

  • Estrada do Central

Agressão ao patrimônio natural

Acidentes de trem tem gerado impactos ambientais incalculáveis. O acidente documentado nesta foto, ocorreu em 2008, quando um comboio que transportava produto inflamável pela centenária estrada de ferro no trecho Paranaguá – Curitiba e descarrilou na serra do mar.

  • Agressão ao patrimônio Natural

Passeio de Litorina

A centenária estrada de ferro Paranaguá-Curitiba, transporta em seus trilhos além dos trens de carga, trens de passageiros e a famosa litorina que faz paradas nos pontos indescritíveis da serra do mar. Veja a Bela vista do rochedinho que registra a Ponte São João cenário de rara beleza e de muitas histórias de uma estrada de ferro repleta de desafios como uma obra de engenharia. O acervo fotográfico do José Leonardo registra momentos em que sobe a serra do mar sentido Morretes-Curitiba.

  • Passeio de Litorina

O trem de carga

A centenária estrada de ferro Paranaguá-Curitiba, transporta em seus trilhos além dos trens de carga, trens de passageiros e a famosa litorina que faz paradas nos pontos indescritíveis da serra do mar. Veja a Bela vista do rochedinho que registra a Ponte São João cenário de rara beleza e de muitas histórias de uma estrada de ferro repleta de desafios como uma obra de engenharia. O acervo fotográfico de José Leonardo registra momentos em que o trem de carga deixa o túnel esculpido na rocha.

  • O trem de carga

Caminho do Itupava

Uma ótima oportunidade para quem gosta de fazer caminhada e estar em contato direto com a natureza é percorrer esse caminho que deu origem ao traçado da Estrada de Ferro. O caminho inicia ao lado do morro do Anhangava, contorna o morro do Pão de Ló chegando na Casa do Ipiranga e Roda D’água, seguindo então para a represa do Rio Ipiranga, próxima a estação do Véu de Noiva. Ao continuar descendo a serra, atravessa a ferrovia junto ao Santuário do Cadeado, de onde se tem uma bela visão do Conjunto Marumbi. Continuando a descida chega-se até Prainhas, podendo-se então ir até Porto de Cima, ou se desejar a volta de trem, ir até a Estação Engenheiro Lange. A caminhada desse trajeto tem duração média de 5h.
Consta que da trilha original, aberta por caçadores que perseguiam uma anta desde o alto da serra até Porto de Cima, nasceu este caminho, por volta de 1625. Por ela foi feita uma picada facilitando o acesso de mineiros e caçadores de índios. Uma segunda etapa, até a Borda do Campo foi aberta em 1649 e 1654. Neste ano, era fundada a povoação de Nossa Senhora da Luz quando então se terminou o trajeto. Também conhecido como Caminho Real, Caminho da Serra, Caminho de Morretes, de Curitiba, etc. Foi uma das mais importantes e antigas estradas do Paraná. Localizado nos Municípios de Quatro Barras e Morretes, o caminho do Itupava ligou os campos de Curitiba com as terras litorâneas.
Em razão das escorregadias subidas e descidas, atoleiros, tremedais e pedrarias, esta parte foi revestida antes das demais, com pedras grosseiras que facilitava a passagem das tropas.
Em 1743, os reparos no caminho da serra para atendimento da abertura da Estrada da Graciosa foram suspensos. Em 1770 oficiais da câmara mandaram consertar o caminho.
Em 1805 os oficiais da Câmara passaram mandado para que se arrecadasse uma contribuição dos condutores de tropas para reparos e conservação do caminho. Foi cobrado pedágio até 1819. Em 1844 foi construída ampla casa de pedra ao pé do cadeado, próximo ao rio Itupava, instalado ali a "Barreira".
Em 1880 a casa serviu de escritório dos engenheiros construtores da estrada de ferro de Paranaguá. Não existem documentos que autorizem afixar datas exatas desses eventos. As informações históricas e a natureza topográfica da região por onde passava o caminho, nos leva a admitir tenha sido ele aberto em três épocas sucessivas: abertura da trilha da serra, prolongamento até o arraial dos mineradores do Atuba e a terceira, a sua extensão até a Nova Povoação de Nossa Senhora da Luz.
Mesmo sendo "horrível" o seu trajeto quanto a dificuldades é por ele que transitava a maior parte das tropas e viandantes que faziam o comércio entre a serra acima e o litoral.
O primeiro nome do Caminho do Itupava foi "Caminho de Quereitiba", seguindo-se: "Caminho do Mar", "Caminho de Paranaguá", “Caminho de Cubatão", "Caminho Real", "Caminho Grande", "Caminho da Serra", "Caminho de Morretes", "Caminho de Curitiba", etc... Foi, além disso, designado pelos topônimos dos lugares onde funcionavam as barreiras arrecadadoras dos impostos pagos pelos tropeiros e comerciantes que transitavam o caminho "Porto de Cima", "Morretes", "Campina", "Barro Vermelho" e finalmente "Itupava". Este último topônimo apelidou para a posteridade o histórico e precioso caminho.

  • Caminho do Itupava
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Caminho do Itupava - Fotografias de Fernanda Magalhães Ferrari

O Caminho do Itupava é uma trilha histórica aberta entre 1625 e 1654 para ligar o Nosso Litoral Do Paraná ao primeiro planalto, ligando Curitiba x Morretes x Curitiba e calçado com pedras por escravos. Durante três séculos, os caminhos coloniais foram a única passagem da costa para Curitiba, dando posteriormente, origem às rodovias e ferrovias que possibilitaram o desenvolvimento do Estado do Paraná.
Hoje o Caminho do Itupava se tornou um monumental sítio arqueológico, que testemunha um precioso patrimônio cultural e natural, principalmente no trecho calçado, em plena Floresta Atlântica (Floresta Ombrófila Densa) na Serra do Mar.
O Caminho Itupava é um caminho de belezas naturais e históricas, cruzando rios, cercado de vales verdes e montanhas, atraindo turistas do mundo todo apaixonados pelo que tem de belo e pelas excelentes caminhadas ecológicas que propicia.
A Fotógrafa Profissional Fernanda Magalhães Ferrari documentou um pouco das maravilhas que encontrou o Caminho do Itupava com belíssimas fotos publicadas no portal www.nossolitoraldoparana.com.br Clique uma a uma e verá os olhos brilharem diante de indescritível beleza.

  • Caminho do Itupava - Foto de Fernanda Magalhães Ferrari
  • Caminho do Itupava - Foto de Fernanda Magalhães Ferrari
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Fotografia de Fernanda Ferrari

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Fotografias de José L. Mendes

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Fotografias de Larissa Tonetti

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Fotografias Luciane de Andrade Wamser

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  • Luciane de Andrade Wamser
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